Hoje pela manhã, a Coordenadora da Vigilância Epidemiológica Karine Giudice, reuniu-se com os agentes de saúde da comunidade , com o intuito de criarem uma força tarefa para o combate ao mosquito Aedes Aegypti, que além da dengue e da zilka, tem trazido preocupação quanto o aumento de casos de microcefalia Bahia e tem chegado cada vez mais próximo da nossa Cidade. A recomendação é TRABALHO E CUIDADO REDOBRADO.
Em todo a Bahia, a cidade com maior incidência é a Capital Salvador, com 20 casos nos últimos 6 anos. Os municípios de Itabuna, no Sul e na Cidade de Cipó, no nordeste baiano foram feitos três registros cada.
Embora médicos suspeitem que a elevação no número de casos de microcefalia possa estar relacionada com doenças infectocontagiosas - como zika vírus, dengue e chikungunya -, o Ministério da Saúde informou que ainda não é possível ter certeza sobre a causa para o aumento da incidência da doença na região Nordeste.
Mesmo assim, o Prefeito Edson Silva, através da Secretaria de Saúde , ordenou que o combate ao mosquito seja intensificado, de forma que não deixe nenhum foco onde seja possível a proliferação: " Até que seja confirmada, é preciso que nossa vigilância seja redobrada; seja no cuidado com as nossa gestantes, como no cuidado na adoção de medidas que eliminem a presença do mosquito ", enfatizou o gestor.
A Coordenadora Karine Giudice aproveitou para explicar um pouco sobre a microcefalia e suas consequências: " Os recém-nascidos portadores de microcefalia nascem com PC - perímetro cefálico menor do que o normal que é superior a 33 centímetros. A má-formação é congênita e pode ser transmitida pela mamãe por meio de uma infecção ou por substâncias químicas. A doença pode ser causada, também, por bactérias, vírus e radiação" , acrescentando que " dentre as sequelas comuns nos pacientes que foram diagnosticados com microcefalia estão problemas relacionados a retardo mental. Pelo menos 90% dessas crianças apresentam capacidade intelectual menor, se for comparadas às demais crianças. Geralmente eles têm dificuldades de aprendizado e de interação com o meio em que vivem", explicou.
O mosquito Aedes aegypti tornou-se um grande problema de saúde pública, então além de não armazenar líquido em baldes , tonéis e tanques descoberto, recebam bem os agentes de saúde, facilite o trabalho de inspeção, siga as recomendações que forem passadas , a sua participação e colaboração são fundamentais para a eficiência do sistema epidemiológico de combate ao mosquito.

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